Relógio de pulso: resistente à água até que ponto?

Publicado em: 12/02/2020

Saiba quais são os pontos mais vulneráveis no seu relógio e que podem prejudicar o funcionamento do equipamento

A temporada de verão é marcada por banhos em mar e piscinas e traz consigo uma preocupação em quem usa o relógio de forma permanente. Até que ponto o equipamento resistirá à água? De um modo geral, segundo a Associação do Comércio de Joias, Relógios e Óptica do Rio Grande do Sul (Ajorsul), os relógios de pulso vêm com inscrições que indicam o quanto eles suportam de pressão na água em ATM (unidade de pressão atmosférica). Quanto maior esse índice, em maior profundidade ele pode ser usado. Já o relógio que é apenas resistente à água é recomendado para quem não vai deixar o relógio em contato com a água continuamente, ou seja, sua proteção é limitada apenas a respingos de chuva e de torneiras, por exemplo.

Um aspecto importante é observar os locais vulneráveis a entrada de água. Um dos pontos frágeis do equipamento é o visor. O vidro não adequado ao modelo do relógio pode ocasionar a entrada de água na caixa, danificando o mecanismo. A coroa também é um ponto vulnerável a entrada de água e não deve ser deslocada durante a imersão do relógio na água. O indicado é que botões não sejam acionados enquanto o relógio estiver submerso. O fundo do relógio, se não houver vedação, pode ter também a entrada de água.

Um problema comum é o "vidro suado". Ele não necessariamente significa que esteja com um defeito. Pode ocorrer com a variação brusca de temperatura.

Um cuidado é o banho quente, em função do choque térmico que o relógio é submetido. Com o passar do tempo, o relógio deve voltar ao normal, Caso não ocorra a evaporação, deve se levar o relógio a uma assistência técnica para que não danifique a máquina.